FLORICULTURA PERNAMBUCO

•Maio 23, 2009 • Deixe um comentário

FLORICULTURA PERNAMBUCO

Sua melhor opção para a aquisição de suas plantas e flores ornamentais.

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Milton Neto – (81) 88929005

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O Homem Biológico do Século XXI

•Março 26, 2009 • 3 Comentários

O Homem Biológico do Século XXI

Nunca antes se ouviu falar tanto nessa palavra quanto nos dias atuais: Sustentabilidade. Mas, afinal de contas, o que é sustentabilidade?
         Segundo o dicionário: “sustentabilidade é um conceito sistêmico; relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana”.
           Mas você ainda pode pensar: “E que isso tudo pode significar na prática?”
           Podemos dizer “na prática”, que esse conceito de sustentabilidade representa promover a exploração de áreas ou o uso de recursos planetários (naturais ou não) de forma a prejudicar o menos possível o equilíbrio entre o meio ambiente e as comunidades humanas e toda a biosfera que dele dependem para existir. Pode parecer um conceito difícil de ser implementado e, em muitos casos, economicamente inviável. No entanto, não é bem assim. Mesmo nas atividades humanas altamente impactantes no meio ambiente como a mineração; a extração vegetal, a agricultura em larga escala; a fabricação de papel e celulose e todas as outras; a aplicação de práticas sustentáveis nesses empreendimentos; revelou-se economicamente viável e em muitos deles trouxe um fôlego financeiro extra.
           A sociedade moderna está consumindo cada vez mais e mais recursos naturais e ao mesmo tempo polui em níveis alarmantes o meio ambiente. Estamos vivendo o limiar de uma história de gastança e desperdício, estando muito próximos de um colapso ambiental com todas as suas conseqüências para todos nós e para as gerações futuras.
          O Homem do século XXI, em um aspecto biológico, está se tornando mais consciente de que o Planeta necessita respirar. Atualmente está tomando atitudes viáveis para um desenvolvimento contínuo e “limpo”.  Está criando projetos empresariais e sociais que atendam os parâmetros de sustentabilidade.  Muitas comunidades que antes viviam sofrendo com doenças de todo tipo; provocadas por indústrias poluidoras instaladas em suas vizinhanças viram sua qualidade de vida ser gradativamente recuperada e melhorada ao longo do desenvolvimento desses
projetos.
        
As crianças são nossa maior esperança de mudar este mundo imperfeito – que a nossa e as gerações anteriores criaram. É a razão para acreditarmos que vale a pena lutarmos contra a apatia e o descaso das pessoas em geral, políticos, empresários, religiosos, trabalhadores, enfim, todos que ficam no discurso vago e não assumem seu papel neste momento importante de transformação

            
Concluindo, de uma forma simples, podemos afirmar que garantir a sustentabilidade de um projeto ou de uma região determinada; é dar garantias de que mesmo explorada essa área continuará a prover recursos e bem estar econômico e social para as comunidades que nela vivem por muitas e muitas gerações.

 

Por:

Camila Zanella

Universidade do Vale do Itajaí – UNIVALI

Itajaí – SC

7 período

O processo de desertificação da Amazônia

•Março 22, 2009 • 1 Comentário

DESERTIFICAÇÃO E AMAZÔNIA

                      

DESERTIFICAÇÃO E AMAZÔNIA

Quando escutamos a palavra Amazônia, vem-nos logo à imaginação e mundo exuberante de água e mata virgem, povoado de toda a espécie de animais terrestres e aquáticos, além de um sem fim de visagens, encantados, mães de água, curupira, matinta-perera… Então porque falar de desertificação num mundo como este?
Essa realmente é a realidade de uma Amazônia primeira, indígena, pré-colombiana. Os povos indígenas estabeleceram, em sua sabedoria e interação com o meio, um equilíbrio, que sempre respeitou o frágil equilíbrio ambiental amazônico.
Quando cheguei no Brasil e fui enviado para a Amazônia, eu tinha a mesma idéia que muito gente tem sobre este lugar. Aqui tudo parecia grande, robusto, eterno. Muita água, muita mata, imensidão de verde impossível de se acabar. Mas ao adentrarmos dentro do coração e dos mistérios destas terras descobrimos como isso é errado e como toda esta exuberância é efêmera e impotente diante da ganância e do lucro. Descobrimos como a sabedoria dos pobres indígenas estava certa ao estabelecer guardiões, os encantados, destas matas e rios: Para se cortar ima árvore tem que se pedir licença. Para entrar na água tem que se conversar com a mãe d”água a ver se não estamos perturbando…
Na cultura amazônica a mata, os rios, os peixes, os animais não pertencer ao ser humano. As criaturas co-existem com o ser humano, não numa relação de posse e apropriação, mas numa relação de inter ajuda: precisamos uns dos outros para sobreviver. O respeito deve ser mútuo. Os encantados das matas e das águas é que são os verdadeiros donos.
Desta profunda integração e profundo respeito, toda a humanidade recebeu como herança esta imensidão, esta benção chamada Amazônia. Mas recebemos como herança um mundo frágil, que se não for cuidado vira deserto.
A Amazônia se auto-alimenta, se reproduz através de um ciclo vital de morte vida. As folhas que caem, as árvores que morrem, vão alimentando a floresta. O calor e a umidade fazem o restante. No entanto quando a cobiça entra em campo, este equilíbrio se rompe. O que era exuberância de vida, vira deserto. Muita gente estará perguntando: como isso é possível.
Basta entrar na floresta para entender. A capa de vida que alimenta todo este ciclo é tão fina, que quando se retiram as árvores, basta uma chuva para levar toda a terra fértil e ficar só areia. É por isso que podemos falar de desertificação na Amazônia.
Já existem áreas enormes tão degradadas, que são pura areia. O ciclo de desertificação da região já começou há muitos anos atrás. Podemos dizer que começou com a entrada dos primeiros colonizadores e se agravou drasticamente com as grandes serrarias, as mineradoras, a monocultura e agora com o agro-negócio. Como vemos, a destruição do meio ambiente na Amazônia, está vinculada historicamente à exploração econômica descontrolada da região para atender o mercado mundial, com a exploração de mão de obra, a mínima retenção de riqueza na região e a não formação de um mercado interno.

Quando você olha esta região lembra de um determinado livro intitulado “Tristes Trópicos”. Tristes não pela gente que vive aqui, que é bela e alegre. Tristes pela concentração de renda e de riqueza, que deixa a população entregue à sua própria sorte. Tristes pela crescente concentração da população em poucas grandes cidades, tristes pela es fragilidade, diversidade e relativo desconhecimento dos distintos ecossistemas da região e pela exploração predatória dos recursos naturais.

Como já dissemos acima, a destruição do meio ambiente na Amazônia está vinculada historicamente à exploração econômica descontrolada da região para atender o mercado mundial. Esta situação se agravou com o progresso nos meios de transporte e com a introdução de tecnologia avançada na produção, em especial na agricultura e na pecuária extensiva. O grande problema hoje na Amazônia se chama: Soja. Já tivemos o ciclo da borracha e sua riqueza efêmera, o ciclo, que permanece, dos minérios, e agora vivemos o ciclo mais ameaçador: o da soja.

A demanda internacional por soja, para alimentar a pecuária de corte e os programas estatais de pesquisas agrícolas no Brasil formaram a combinação explosiva que está GERANDO A DESERTIFICAÇÃO DA AMAZÔNIA, no momento atual. É verdade: este processo já começou.
O programa estatal de pesquisa agrícola se direcionou para a agricultura de exportação e não para a agricultura de subsistência, e os programas de crédito financiaram a utilização intensiva de agrotóxicos e a mecanização em especial da lavoura da soja. Este programa louco levou à utilização do cerrado do Centro Oeste e de áreas da Amazônia com grave prejuízo ambiental.
A mão de obra expulsa da agricultura foi e continua sendo atraída para os centros urbanos que incham desorganizada e velozmente, dando origem ao tráfico de drogas e outros flagelos afins, além de todas as consequencias ambientais: populações tradicionais atingidas, florestas inteiras destruídas, poluição dos rios, crateras abandonadas por mineradoras no meio das florestas, prostituição infantil e juvenil.

profissão biólogo

•Janeiro 26, 2009 • Deixe um comentário

                                                  Galera devido ao grande número de pessoas pedindo esclarecimentos sobre a profissão do biólogo estou postando um ótimo material encontrado também no http://www.cwb.matrix.com.br/biologia/profissao.htm.

 

Perspectivas da Profissão

      Campo de Atuação

          A tecnologia de ponta, tanto no trato de problemas do ambiente, como na produção agrícola e industrial, não pode prescindir de uma formação sólida em Ciências Naturais.
          Se investigarmos a base educacional das chamadas “Nações que deram certo”, veremos que em todas estas nações as Ciências Naturais (em especial as Ciências Biológicas) foram priorizadas. Logo, é idealismo pueril pensar que qualquer país possa integrar-se à economia de mercado do século vinte, sem antes passar pela priorização do ensino em Ciências Naturais (incluindo as diversas áreas das Ciências Biológicas) para os mais jovens (estudantes de 1o e 2o graus), assim como a priorização da formação do profissional em Ciências com visão contextualizada, globalística e crítica. Essas prioridades só serão possíveis com o estabelecimento de uma política integrada de educação, ciência e tecnologia, bem como uma injeção maciça de recursos para que esta política seja implementada.
          Dentro dessas perspectivas, cabe aos biólogos, a busca incessante das soluções para estas questões importantes, não apenas no âmbito da categoria, mas, e acima de tudo, requeridas pela sociedade brasileira, uma vez que os problemas ambientais emergentes do sistema econômico em processo no país, são muitos e em escala cada vez maiores (enchentes, efeito estufa, destruição da ozonosfera, desequilíbrios ecológicos decorrentes da extinção de numerosas espécies de seres vivos).
          A sociedade, após a satisfação de suas necessidades básicas, exigirá novos produtos e serviços que requerem profissionais com ampla base de conhecimento para sua materialização. Tais demandas podem ter como agente um profissional da Biologia – adaptável aos novos desafios, essencial para a prestação de serviços avançados.
          A Biologia, dada às suas características de carreira, é talvez a profissão com maior número de profissionais com pós-graduação nos níveis de mestrado, doutorado e pós-doutorado.
          Hoje, mais do que nunca, o Biólogo está consciente da importância da sua participação na sociedade. Sua intervenção em questões na defesa da comunidade e do meio ambiente para assegurar a manutenção da biodiversidade e um desenvolvimento sustentável constitui um exercício constante de cidadania.


          O profissional habilitado em Ciências Biológicas poderá atuar em instituições de ensino básico, médio e superior, institutos de pesquisa, órgãos governamentais e empresas públicas e privadas. Tem como opção ainda prestar assessoramentos, emitir laudos técnicos e avaliar áreas e fatores diversos de impacto ambiental. Igualmente, poderá desenvolver trabalhos nas áreas de Engenharia Genética, Biotecnologia, Biologia Marinha, Ecologia, Parasitologia, Fitoquímica, Reflorestamento, Manejo de Populações Vegetais e Animais, Biologia Sanitária e Ambiental, entre outras.

Censo
 
Fonte : Jornal do CRBio3 , ano VIII, no 23

Biólogos Registrados

CRBio 1a Região 9.323
CRBio 2a Região 6.561
CRBio 3a Região 4.049
CRBio 4a Região 2.547
CRBio 5a Região 3.123
Total no Brasil 25.603
 

CRBio 3a Região
Biólogos Registrados até março de 2000

Rio Grande do Sul 2.601
Paraná 932
Santa Catarina 516
Total 4.049

 

Aulas particulares – Neto.Bio

•Outubro 6, 2008 • 2 Comentários

Para melhor utilidade e aprendizado de nossos alunos e colegas, dispomos de aulas em domicílio, de Biologia, ensino médio, quimica e física fundamental e primeiro ano.

Aulas:Recife E Olinda

Professor Milton Neto (NetoBio): Biologia (Médio), Fisica ( Fundamental e 1º ano), Química ( Fundamental e 1º ano)

Professora Michele Câmara: Biologia (médio), Matemática(Fundamental e médio) e Química.

Entre outros professores.

Dispomos de pacotes com desconto para mais de 3 aulas por aluno .

Sábados: Horário até 12 horas

Ps: Todos os professores formados ou em comclusão de curso na UFPE e UPE

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Nematelmintos

•Setembro 10, 2008 • 1 Comentário

Nematelmintos

   

Biologia

 

Por Algosobre 
conteudo@algosobre.com.br

Os nemaltelmintos eram tratados antigamente como uma classe dentro de filo maior, denominado Aschelminthes. Atualmente não se consideram mais os asquelmintos como um filo verdadeiro, mas apenas um termo genérico sem valor científico. Os nematelmintos possuem corpo cilíndrico, recoberto por uma cutícula resistente, com simetria bilateral. Numerosas espécies apresentam vida livre, porém muitas são parasitas de plantas e animais.

Os nematóideos possuem dois nervos (dorsal e ventral) longitudinais que correm o corpo do animal. Não há sistema circulatório ou respiratório. Possuem sistema digestivo completo e digestão extracelular. A respiração é anaeróbica. Todos apresentam sexos separados.

Algumas espécies parasitam o ser humano: Ascaris lumbricoides, Necator americanus, Enterobius vermiculares, Ancylostoma duodenale , por exemplo.

Ascaris lumbricoides

Ascaris lumbricoides ou lombriga, como é conhecida popularmente, é um verme de 15 a 20 centímetros de comprimento, parasita do intestino humano. Apresenta dimorfismo sexual (macho diferente das fêmeas), sendo que o macho é menor e possui a extremidade posterior do corpo em forma de gancho como podemos ver na figura abaixo:

 

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A lombriga quando adulta vive no intestino humano, onde deposita seus ovos, que são eliminados com as fezes do hospedeiro. Mais tarde esses ovos vão se desenvolver contaminando o solo e as águas dos rios. Esses causam diferentes doenças que atacam diversas partes do corpo humano, podendo levar até mesmo à morte.

Transmissão

Esse verme pode ser pego de várias maneiras como por exemplo, em instalações sanitárias inadequadas. As fezes são liberadas podendo contaminar a água, o solo e conseqüentemente a vegetação. Assim, ao se comer o vegetal contaminado, os ovos podem chegar ao tubo digestivo. Em cada ovo desenvolve-se uma larva que perfura a parede do intestino, atingindo os vasos sangüíneos.

Sintomas

As larvas da lombriga podem trazer graves problemas respiratórios, coceira no nariz e na garganta (3). Já o verme quando adulto causa outras doenças como vômitos, cólicas e convulsões (4). Mas, quando o número de vermes é grande, leva à obstrução intestinal, podendo causar a morte. Nas crianças, às vezes, também aparecem outros sintomas como a asfixia, pois se acumulam na laringe e na faringe, durante o excesso de vômitos.

Profilaxia

Esses vermes são transmissíveis através das fezes depositadas no solo e nas águas dos rios, contaminando assim o alimento plantado naquele local. Logo, a pessoa que ingere esse alimento fica contaminada. Para evitar essa contaminação é preciso ter, principalmente, Saneamento Básico, condições sanitárias adequadas, pois assim as fezes não irão contaminar o meio ambiente. Ao se alimentar, deve-se lavar muito bem os alimentos que serão ingeridos crus. As verduras cruas devem ser bem desinfetadas ou, se possível, cozidas.

Ancylostoma duodenale

Ancilóstomo. Seu nome científico é Ancylostoma duodenale. Esse verme possui aproximadamente 15 milímetros de comprimento. Alimenta-se do sangue da parede do intestino humano, ali permanecendo fixo.

 

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Acima a figura mostra os ganchos da cavidade bucal com os quais o verme se prende à parede do intestino e ao lado o ovo com o embrião.

 

Sintomas

Ao contrair Amarelão ou Ancilostomose, a pessoa contaminada se enfraquece e pode ter anemia, pois ocorre hemorragia nas feridas da parede intestinal.

Transmissão

As fêmeas do ancilóstomo depositam seus ovos no intestino humano. Ao saírem com as fezes, podem cair em solos úmidos. Esses ovos dão origem a larvas microscópicas, que se fixam na terra. As larvas, ao entrarem em contato com a pele humana, penetram no organismo. Pela circulação, vão para o intestino humano, onde atingem a fase adulta e podem se reproduzir, dando origem a doenças como ancilostomose ou amarelão, como podemos ver abaixo:

Ciclo do Amarelão

Esses vermes são encontrados especialmente nas areias úmidas e em poças d’água.

 

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Profilaxia

Precisamos ter alguns cuidados básicos como:

  • Não devemos jogar fezes no meio ambiente, pois assim podemos contaminá-lo.
  • Devemos ter Saneamento Básico, desviando as fezes para locais específicos, para não contaminar o ambiente.
  • Evitar o contato da pele humana com terra suja ou que possa estar contaminada. Usar calçados ajuda a prevenir a contaminação desses vermes.

Platelmintos

•Setembro 10, 2008 • 1 Comentário

CARACTERIZAÇÃO

Os membros do filo Platyhelminthes, conhecidos como vermes planos, são animais de vida livre e parasitas. Exemplos de representantes deste filo são as planárias, esquistossomos e as solitárias Aprersentam um achatamento no sentido dorso-ventral e muitos são hermafroditas simultâneos.. São mais evoluídos que as esponjas e celenterados por possuírem três camadas de tecido (triblásticos), simetria bilateral, e apresentarem princípio de cefalização.

Podem ser encontrados em ambientes aquáticos, terra úmida ou serem parasitas, sendo que algumas espécies podem infestar o Homem. Possuem epiderme ciliada (ex: planária) ou coberta por uma cutícula.

O sistema excretor é constituído de células-flama que eliminam o excesso de água e os resíduos metabólicos para o exterior através de um sistema de canais. O sistema nervoso é simples, com gânglios cerebrais comandando filetes nervosos que correm ao longo das partes laterais do corpo.

A sustentação do corpo é feita por várias camadas musculares. A digestão é intra e extra celular em um sistema digestivo incompleto ou ausente (como no caso dos parasitas). A respiração, como a circulação, é feita por difusão simples.

A maioria é hermafrodita, podendo ou não fazer autofecundação. Os esquistossomos possuem sexos separados.

 

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CLASSIFICAÇÃO

Dividem-se em três classes: Turbellaria, Trematoda e Cestoidea.

Os Platyhelminthes de vida livre, membros da classe Turbellaria, são provavelmente os mais primitivos dentre todos os animais bilaterais. Seu pequeno tamanho, baixo nível de cefalização, e a ausência de um ânus são provavelmente características primitivas. Além do mais, existem algumas espécies com células epitélio-musculares e um sistema nervoso na forma de uma rede nervosa.

A grande maioria dos turbelários é marinha, mas existem espécies de água doce e algumas formas terrestres em ambientes úmidos. Os turbelários são animais bentônicos, vivendo sobre ou embaixo de pedras, algas e outros objetos.

A maioria dos turbelàrios move-se inteiramente através de cilios; as espécies grandes (policladidos) são marcantemente achatados e movem-se através dos cilios mais ondulação muscular sobre a grande superfície ventral. Sistemas de glândulas duplas possibilitam a fixação temporária em muitas espécies.

Os turbelários são predadores e saprófagos. A digestão é inicialmente extracelular e posteriormente intracelular. As espécies pequenas possuem um intestino simples com formato de saco com uma faringe simples ou bulbosa. As espécies grandes têm um intestino ramificado e uma faringe plicada, usualmente tubular.

 

Planária

Planária

O pequeno tamanho, o formato achatado e o intestino ramificado (nas formas maiores) formam sistemas especiais para o transporte interno, troca de gases e excreção. Os protonefrídios estão presentes em muitos platielmintes e estão provavelmente envolvidos no balanço do fluido interno e na regulação osmótica.

 

Um arranjo radial de quatro pares de cordões nervosos longitudinais é provavelmente primitivo, e os arranjos com números menores provavelmente evoluíram através de perda. Ocelos em cálices pigmentares, que podem ser numerosos, são os principais órgãos sensoriais.

Os turbelários são hermafroditas simultâneos com sistemas reprodutores adaptados à fertilização interna e à deposição de ovos. As planárias são hermafroditas e de fecundação cruzada, mas podem fazer reprodução assexuada por fragmentação do corpo e regeneração das partes que faltam em cada segmento.

Duas classes de platielmintes, os Trematoda que contém as fascíolas, e os Cestoda que contém as tênias, são inteiramente parasitárias. Em contraste com os turbelários, ambas apresentam um revestimento do corpo não-ciliado, ou tegumento.

Os trematódeos adultos são parasitas externos ou internos de vertebrados têm a forma de folha de árvore e possuem ventosas ou outros órgãos de fixação são pouco modificados se comparados às tênias. O intestino está presente e, em algumas espécies (Digenea), a boca anterior está associada a uma segunda ventosa..

 

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Os trematódeos podem ser hermafroditas ou possuírem sexos separados, e os seus sistemas reprodutores estão adaptados à copulação, à fertilização interna, e à formação de cascas do ovo. Os embriões são ciliados e se deslocam na água à procura do hospedeiro intermediário (caramujo). O Schistosoma mansoni é a espécie mais importante no Brasil, pois causa a esquistossomose. Desenvolve-se até a fase de larva (cercária) no caramujo. A larva penetra na pele humana e vai terminar o desenvolvimento nas veias do intestino e do fígado.

 

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Ciclo de vida do Schistosoma mansoni, tendo como hospeiro intermediário o caramujo planorbídeo do gênero Biomphalaria.

 

 

Taenia

Taenia

Cestóides, ou tênias, são parasitas intestinais de vertebrados. São estruturalmente mais especializados que as fascíolas, tendo um corpo corpo longo em forma de fita composto de um escólex provido de órgãos de fixação (com ventosas e/ou ganchos na cabeça para permitir a fixação no intestino do hospedeiro), de um colo e de um estróbilo, o qual consiste de uma cadeia de segmentos (proglótides) que brotam da região do colo. Cada proglótide madura possue orgãos reprodutores de ambos os sexos. A reprodução pode ocorrer por autofecundação na mesma proglótide ou entre proglótides diferentes. O colo pode regenerar as proglótides arrancadas. Os cestódios podem atingir vários metros de comprimento. Não apresentam sistema digestivo e a absorção de alimentos acontece por difusão através da superfície corporal. A Taenia solium infesta o intestino do Homem, evoluindo até a fase de larva (cisticerco) no corpo do hospedeiro intermediário e terminam a evolução no hospedeiro definitivo. Uma pessoa pode adquirir cisticercos (cisticercose), se ingerir os ovos do parasita.

 

 

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O intestino está ausente e o sistema reprodutor, que é algo semelhante ao dos trematódeos, repete-se em cada segmento.

Funções inorgânicas

•Maio 22, 2008 • 16 Comentários

Sais


O sal iodeto de sódio previne o “bócio”.

Os sais são compostos iônicos, têm sabor salgado e são sólidos. Características dos Sais:

1 - Conduzem corrente elétrica quando estão em solução.

2 – Os sais têm sabor salgado.

3 – Os sais reagem com ácidos, com hidróxidos, com outros sais e com metais.

4 – Ao reagir com um ácido, dão origem a outro sal e outro ácido, se o ácido formado for mais volátil que o empregado na reação.

5 – Quando reagem com hidróxido, dão origem a outro sal e outro hidróxido, se o hidróxido formado for menos solúvel que o empregado na reação.

6 – Se reagem com outros sais, dão origem a dois novos sais se um deles for menos solúvel que os reagentes.

7 – E, por fim, quando reagem com um metal, dão origem a um novo sal e um novo metal, se o metal reagente for mais reativo que o metal deslocado na reação.

Principais Sais e suas utilizações:

Bicarbonato de Sódio (NaHCO3) –> É usado em medicamentos que atuam como antiácidos estomacais. É também empregado como fermento na fabricação de pães, bolos, etc., uma vez que libera gás carbônico aquecido, o gás carbônico permite o crescimento da massa. É, ainda, usado para fabricar extintores de incêndio de espuma.

Carbonato de Cálcio (CaCO3) –> Componente do mármore, é usado na confecção de pisos, pias, etc. O carbonato de cálcio (calcário) é também empregado na fabricação do vidro comum e do cimento.

Sulfato de Cálcio (CaSO4) –> É um sal usado na fabricação do giz e do gesso de porcelana.

Cloreto de Sódio (NaCl) –> Este sal é intensamente usado na alimentação e também na conservação de certos alimentos; além disso, é um dos componentes do soro caseiro, usado no combate à desidratação. No sal de cozinha, além do cloreto de sódio existe uma pequena quantidade de iodeto de sódio (Nal) e de potássio (Kl). Isso previne o organismo contra o bócio ou “papo”, doença que se caracteriza por um crescimento exagerado da glândula tireóide, quando a alimentação é deficiente em sais de iodo.

Fluoreto de Sódio (NsF) –> É um sal usado na fluoretação da água potável e como produto anticárie, na confecção de pasta de dente.

Nitrato de Sódio (NaNO 3) –> Conhecido como salitre do Chile, esse sal é um dos adubos (fertilizantes) nitrogenados mais comuns.

 

Ácidos mais comuns na química do cotidiano

Ácido clorídrico (HCl)

O ácido impuro (técnico) é vendido no comércio com o nome de ácido muriático.

É encontrado no suco gástrico.

É um reagente muito usado na indústria e no laboratório.

É usado na limpeza de edifícios após a sua caiação, para remover os respingos de cal.

É usado na limpeza de superfícies metálicas antes da soldagem dos respectivos metais.

Ácido sulfúrico (H2SO4)

É o ácido mais importante na indústria e no laboratório. O poder econômico de um país pode ser avaliado pela quantidade de ácido sulfúrico que ele fabrica e consome.

O maior consumo de ácido sulfúrico é na fabricação de fertilizantes, como os superfosfatos e o sulfato de amônio.
É o ácido dos acumuladores de chumbo (baterias) usados nos automóveis.

É consumido em enormes quantidades em inúmeros processos industriais, como processos da indústria petroquímica, fabricação de papel, corantes, etc.

O ácido sulfúrico concentrado é um dos desidratantes mais enérgicos. Assim, ele carboniza os hidratos de carbono como os açúcares, amido e celulose; a carbonização é devido à desidratação desses materiais.

O ácido sulfúrico “destrói” o papel, o tecido de algodão, a madeira, o açúcar e outros materiais devido à sua enérgica ação desidratante.

O ácido sulfúrico concentrado tem ação corrosiva sobre os tecidos dos organismos vivos também devido à sua ação desidratante. Produz sérias queimaduras na pele. Por isso, é necessário extremo cuidado ao manusear esse ácido.

As chuvas ácidas em ambiente poluídos com dióxido de enxofre contêm H2SO4 e causam grande impacto ambiental.

Ácido nítrico (HNO3)

Depois do sulfúrico, é o ácido mais fabricado e mais consumido na indústria. Seu maior consumo é na fabricação de explosivos, como nitroglicerina (dinamite), trinitrotolueno (TNT), trinitrocelulose (algodão pólvora) e ácido pícrico e picrato de amônio.

É usado na fabricação do salitre (NaNO3, KNO3) e da pólvora negra (salitre + carvão + enxofre).
As chuvas ácidas em ambientes poluídos com óxidos do nitrogênio contém HNO3 e causam sério impacto ambiental. Em ambientes não poluídos, mas na presença de raios e relâmpagos, a chuva também contém HNO3, mas em proporção mínima.

O ácido nítrico concentrado é um líquido muito volátil; seus vapores são muito tóxicos. É um ácido muito corrosivo e, assim como o ácido sulfúrico, é necessário muito cuidado para manuseá- lo.

Ácido fosfórico (H3PO4)

Os seus sais (fosfatos) têm grande aplicação como fertilizantes na agricultura.
É usado como aditivo em alguns refrigerantes.

Ácido acético (CH3 – COOH)

É o ácido de vinagre, produto indispensável na cozinha (preparo de saladas e maioneses).

Ácido fluorídrico (HF)

Tem a particularidade de corroer o vidro, devendo ser guardado em frascos de polietileno. É usado para gravar sobre vidro.

Ácido carbônico (H2CO3)

É o ácido das águas minerais gaseificadas e dos refrigerantes. Forma-se na reação do gás carbônico com a água:
CO2 + H2O ® H2CO3

CLASSIFICAÇÃO DOS ÁCIDOS

Quanto a presença de oxigênio:
1- Hidrácidos – não possuem oxigênio.
Ex: HI, HCN, H4 [Fe(CN)6]

2- Oxiácidos – possuem oxigênio
Ex: HNO2, H3PO4, H4P2O7

Quanto a volatidade:
• Voláteis – apresentam grande tendência a evaporação.
Ex: HNO2, HNO3 e Hidrácidos

• Fixos: Apresentam pequena tendência à evaporação.
Ex: Os Oxiácidos

Quanto ao número de hidrogênios ionizáveis:
• Monoácidos: possuem 1 “H” ionizável.
Ex: HCl, HNO3, HClO4

• Diácidos: possuem 2 “H” ionizáveis.
Ex: H2S, H2CrO4, H2CO3

• Triácidos: possuem 3 “H” ionizáveis.
Ex: H3AsO4, H3SbO4, H3[Fe(CN)]

• Tetrácidos: possuem 4 “H” ionizáveis.
Ex: H4SiO4, H4P2O7

4) Quanto a força ou grau de organização.

X = nº de moléculas ionizadas .100
nº de moléculas dissolvidas
x menor ou igual a 50% é Ácido forte
x maior ou igual a 5% e x menor ou igual a 50% é Ácido moderado
x menor que 5% é Ácido fraco
Força dos hidrácidos
Fortes: HCl, HBr, HI
Moderado: HF
Fraco: os demais.
Força dos oxiáxidos
Regra de Pauling:
(nº de oxigênio) –( nº de “H” ionizavel) = x
x = 3 e 2 = Fortes
x = 1 = Moderados
x = 0 = Fraco

NOMENCLATURA DOS HIDRÁCIDOS

Ácido+ [nome do elemento]+ ídrico

NOX DO ELEMENTO CENTRAL

Para se calcular o nox do elemento central basta multiplicar o número de oxigênio por -2 e somar ao número de hidrogênio. Depois, ingnora-se o sinal de menos.
H3P+5 o4

• Ácidos fortes, quando a ionização ocorre em grande extensão.
Exemplos: HCl, HBr, HI . Ácidos HxEOy, nos quais (y – x) ³ 2, como HClO4, HNO3 e H2SO4.

• Ácidos fracos, quando a ionização ocorre em pequena extensão.
Exemplos: H2S e ácidos HxEOy, nos quais (y – x) = 0, como HClO, H3BO3.

• Ácidos semifortes, quando a ionização ocorre em extensão intermediária.
Exemplos: HF e ácidos HxEOy, nos quais (y – x) = 1, como H3PO4, HNO2, H2SO3.
Exceção: H2CO3 é fraco, embora (y – x) = 1.

BASES:

A definição mais utilizada para o entendimento do que são as bases, foi elaborada pelo químico Svant August Arrhenius.

Segundo ele, bases ou hidróxidos são compostos que em solução aquosa, sofrem dissociação iônica e liberam exclusivamente como ânion o íon hidroxila “OH-“.

Classificação das bases quanto ao número de hidroxilas (OH-):

- Monobases » Apresentam apenas uma hidroxila como ânion. Exemplos: KOH, LiOH, NH4OH.

- Dibases » Apresentam duas hidroxilas como ânion. Exemplos: Ca(OH)2, Zn(OH)2, Ba(OH)2.

- Tribases » Apresentam três hidroxilas como ânion. Exemplos: Al(OH)3, Ga(OH)3, Fe(OH)3.

Classificação das bases quanto ao grau de dissociação:

Quanto mais solúvel em água a base, mais forte ela será. (Excessão do NH4OH, que é uma base solúvel porém fraca).

- Bases Fortes » São as bases do grupo 1A e 2A, pois apresentam uma alta solubilidade. Exemplos: LiOH, Ba(OH)2.

- Bases Fracas » São as bases formadas pelos demais elementos. Exemplos: Zn(OH)2, Fe(OH)3, AgOH.

Classificação das bases quanto à solubilidade em água:

- Bases com Metais Alcalinos » São solúveis.

- Bases com Metais Alcalinos Terrosos » São pouco solúveis.

- Bases de outros metais » São praticamente insolúveis.

 

 

Ataque de um bacteriófago ( Vídeo)

•Março 5, 2008 • 3 Comentários

Ataque de um bacteriófago a uma Bactéria.

Um fago (também chamado bacteriófago) é um pequeno vírus que infecta apenas bactérias. Da mesma forma que vírus que infectam eucariontes, os fagos consistem numa proteína exterior protectora e no material genético (dupla hélice em 95% dos fagos conhecidos) dentro da cápsula de 5-650 Kbp (1 Kpb = 1.000 pares de bases). Os fagos foram descobertos independentemente por Frederick Twort em 1915 e por Félix D’Herelle em 1917.

Fagos infectam especificamente bactérias. Alguns fagos são virulentos, significando que uma vez que a célula tenha sido invadida, eles imediatamente iniciam seu processo de reprodução, e em pouco tempo “lisam” (destroem) a célula, lançando novos fagos. Alguns fagos (bem conhecidos como fagos temperados) podem ao contrário entrar em um estado relativamente inofensivo, e então integrar seu material genético no DNA cromossomal da bactéria hospedeira (muito semelhantes aos retrovírus endógenos em animais) ou estabelecendo-se a si mesmos como plasmídeos. Estes fagos endógenos, referidos como profagos, são então copiados a cada divisão celular junto com o DNA da bactéria hospedeira. Eles não matam a célula, porém monitoram (via algumas proteínas que eles codificam para isto) o estado de seu hospedeiro. Quando a célula do hospedeiro mostra sinais de stress (significando que ela esteja próxima de sua morte), os fagos endógenos tornam-se ativos novamente e iniciam seu ciclo reprodutivo, resultando na lise de célula hospedeira. Um exemplo é o fago lambda da E. coli. Algumas vezes, mesmo profagos podem prover benefícios para as células hospedeiras enquando dormentes, pela adição de novas funções ao genoma da bactéria, um fenômeno chamado conversão lisogênica. Um exemplo famoso é a inofensiva bactéria Vibrio, que se torna Vibrio cholerae por um fago, causando a cólera.

Fagos são muito importantes na biologia molecular sendo utilizados como vetores de clonagem para inserir DNA bas bactérias. Eles estão sendo também avaliados por pesquisadores médicos como uma alternativa aos antibióticos para tratar infecções por bactérias (porque matar bactérias é o que os fagos fazem de melhor).

Reino Monera ( Bactérias)

•Março 5, 2008 • 21 Comentários

Reino Monera (Bactérias, Cianobactérias)

O reino monera é composto pelas bactérias e cianobactérias (algas azuis). Elas podem viver em diversos locais, como na água, ar, solo, dentro de animais e plantas, ou ainda, como parasitas.As bactérias

A maioria se seus representantes são heterótrofos (não conseguem produzir seu próprio alimento), mas existem também algumas bactérias autótrofas (produzem sem alimento, via fotossíntese por exemplo).

Existem bactérias aeróbias, ou seja, que precisam de oxigênio para viver, as anaeróbias obrigatórias, que não conseguem viver em presença do oxigênio, e as anaeróbias facultativas, que podem viver tanto em ambientes oxigenados ou não.

As formas físicas das bactérias podem ser de quatro tipos: cocos, bacilos, vibriões, e espirilos. Os cocos, podem se agrupar, e formarem colônias. Grupos de dois cocos formam um diplococo, enfileirados formam um estreptococos, e em cachos, formam um estafilococo.

Por serem os seres vivos mais primitivos da Terra, eles também são os que estão em maior número. Por exemplo, em um grama de solo fértil pode haver 2,5 bilhões de bactérias, 400 mil fungos, 50 mil algas e 30 mil protozoários.

Estrutura celular

As bactérias não tem núcleo organizado, elas são procariontes, ou seja, o DNA fica espalhado no citoplasma . Por isso, o filamento de material genético é fechado (plasmídeo), sem pontas, para que nenhuma enzima comece a digerir o DNA. Possuem uma parede celular bastante rígida.

Para se locomoverem, as bactérias contam com os flagelos, que são pequenos sílios que ficam se mexendo, fazendo a bactéria se mover (igual ao espermatozóide humano, só que muito mais simples). Também podem possuir Fímbrias, que são microfibrilhas protéicas que se estendem da parede celular. Servem para “ancorar” a bactéria. Existem também as fímbrias sexuais, que servem para troca de material genético durante a reprodução e também auxiliam as bactérias patogênicas (parasitas) a se fixarem no hospedeiro.

A Cápsula, camada que envolve externamente a bactéria, formada por polissacarídeos, serve para a alimentação (fagocitose), proteção contra desidratação, e também para que o sistema imunológico hospedeiro (no caso das parasitas) não a reconheça.

Reprodução

A reprodução das bactérias ocorre de forma assexuada e sexuada. A assexuada é a mais comum, feita por bipartição (divisão binária, ou cissiparidade), onde a célula bacteriana cresce, têm seu material genético duplicado, e então, a célula se divide, dando origem a outra bactéria, geneticamente igual à outra. A forma sexuada é pode ser realizada de três formas: conjugação, que consiste em uma bactéria transferir material genético para outra, e vice-versa, através das fímbrias; transdução: é a troca de genes feita através de um vírus, que invade uma célula, incorpora seu material genético, e o transmite para outras células; transformação: as bactérias podem incorporar ao seu DNA fragmentos de materiais genéticos dispersos no ambiente.

As bactérias também podem originar esporos, em condições ambientes desfavoráveis à reprodução (altas ou baixas temperaturas, presença de substâncias tóxicas, etc). Eles são pequenas células bacterianas, com uma parede celular espessa, pouca água e um material genético. Elas são capazes de ficarem milhares de anos nestes ambientes, esperando por uma condição do ambiente melhor.

A importância das bactérias

As bactérias também têm sua importância no meio ambiente, assim como qualquer ser vivo.

- Decomposição: atuam na reciclagem da matéria, devolvendo ao ambiente moléculas e elementos químicos reutilizáveis por outros seres vivos.
- Fermentação: algumas bactérias são utilizadas nas indústrias para produzir iogurte, queijo, etc (derivados do leite)
- Indústria farmacêutica: na fabricação de antibióticos e vitaminas
- Indústria química: na produção de alcoois, como metanol, etanol, etc;
- Genética: com a alteração de seu DNA, pode-se fazer produtos de interesse dos seres humanos, como insulina
- Fixação do Nitrogênio: retiram o nitrogenio do ar e o fixa no solo, servindo de alimentação para as plantas expandedPictureUrl = “http://www.infoescola.com/modules/galleries/expandedPicture.php?pic={picture}”;